QUANDO APARECE A OPORTUNIDADE DEMOS APROVEITA-LA

Eu sou Lúcia e vou conta a minha história que é semelhante ao dito “Quem acredita sempre alcança”.
Eu estudava em uma escola ampla, que tinha quadra de esportes, não era das melhores, mas tinha, em uma parte da escola existia um morrinho onde costumava ser o point da galera, composta por três meninas, seis meninos e eu.
No inicio das minhas aulas do segundo ano, eu conheci uma garota, super legal, ela tinha uma ótima aparência, era bonita e não morava na nossa cidade. Manuela, era como se chamava, ela logo fez amizade conosco, e passamos a espera-la todos os dias no local onde o ônibus que ela vinha costumava parar.
Em um desses dias eu, Manuela e Virgínia, outra colega do grupo, estávamos no portão de entrada da escola, quando veio em nossa direção aquele homem de seus dois metros e aproximadamente uns dez centímetros, corpo atlético, voz calma e de uma grande simpatia. Era César primo de Manuela, ele chegou todo tímido, conversou com Manu e depois entrou na escola. Foi o suficiente para eu começar a me interessar por ele, no mesmo dia comentei com as minhas colegas sobre o rapaz e elas logo começaram a investigar tudo sobre ele. Nestas investigações descobrimos que ele era amigo de Manuel, colega nosso que fazia parte do nosso grupo e estudava na mesma sala que nós.
Com o passar dos dias fui observando que César era muito tímido e comecei a acreditar que ele jamais iria me dar uma cantada ou coisa do tipo, então resolve não investir neste futuro relacionamento. O que eu não sabia é que meus colegas andavam armando toda uma história para nos aproximar.
Em uma sexta feira quando vinha andando, descendo pelo corredor da escola para chegar na minha sala, ele vinha subindo, pois a sala dele era antes da minha, parede colada.
Bem, eu passei parecendo que não via ninguém, foi quando fui surpreendida, com aquela mão acariciando o meu rosto.
– É seu rosto ta cheio de espinha!
– É o que ele falou não foi agradável, mas o dialogo tinha de começar com alguma frase, não é?Após escutar a frase sorri e disse – Realmente, ando comendo chocolate demais
-O que vai fazer hoje quando sair da aula?
-Nada
-Pena que eu não moro aqui. Até segunda!
-Até!
Eu fiquei sem entender nada um cara que malmente falava comigo agora esta assim!?!
Quando cheguei na sala com toda a minha inocência relatei o ocorrido a minhas colegas que ficaram me incentivando e eu, até então não sabia que elas juntamente com os meninos é que estavam organizando tudo.
Então passei a fantasiar varias estórias com ele e a cada final de semana rezava para chegar a segunda-feira. Os meus colegas ao vê a minha felicidade e o interesse dele no relacionamento bolaram um plano e colocou em prática. Ficamos na sala fazendo um trabalho que a professora havia passado.
Como precisava assistir a uma palestra a professora deixou eu e Vânia, outra colega do grupo, responsável pelo recolhimento do trabalho e fazer a entrega a ela, enquanto os outros alunos assim que terminassem o trabalho deveriam ir para a palestra. Quando todos terminaram o trabalho, eu e Vânia levamos o trabalho e entregamos a professora.
Ficamos um pouco na palestra que estava acontecendo no auditório, como estava ruim, resolvemos voltar para sala e jogar baralho, que era o nosso melhor colega. Quando estávamos no meio do jogo em uma partida maravilhosa, Manuel chegou todo afobado e disse que eu precisava salvar a vida dele, pois ele junto com uns colegas, fizeram uma carta e entregaram a César, dizendo que foi eu que havia escrito.
César chegou lá na sala e sem nem ao menos me deixar desmentir a estória me agarrou e me beijou.
Quando me dei conta já estava atrás da porta da sala com ele. Sinceramente dei muita risada, pois ele teve que se inclinar todo para me beijar, pois pense um cara de 2m e aproximadamente uns 10 centímetros beijando uma garota de 1m e 60 centímetros.
Após este dia continuamos ficando, e o que realmente me deixou alegre neste tempo que fiquei com ele foi que ele disse que apesar da timidez nunca duvidou de que acabaria construindo uma história comigo. É!?! Quem acredita sempre alcança.
***********Inspirada em Fatos Verídicos**********

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O MEU CONTO DE FADAS

Eu sou Adelson e vou contar a minha história para vocês.
Não sei se tem algum dito popular que se assmelhe a história que vou contar, porém ela é semelhante ao conto da Cinderela.
Bem! Eu (“Cinderela”) trabalho em um bar e o dia de maior movimento é durante a semana.
Eu estava atrás do caixa e como toda sexta-feira, dia de maior movimento, o bar estava lotado, estava aquela confusão. Toda hora um pedido, uma soma, um troco.. Já viu né?!? Senão se cuidar é capaz de sair louco.
Mas nesta sexta estava destinada a ocorrer algo de mágico.
Eu estava como sempre no balcão trabalhando despachando, fazendo calculos e passando troco.
Quando entrou pela porta o meu colega (“a fada”), assíduo cliente do espaço, acompanhado de um cara (“o príncipe”) com 1,70 de altura, olhos azuis, branco, peso proximo a uns 57, enfim… O cara era lindo!
O Michel, era como ele se chamava, toda hora encostava no balcão e pedia um shopp e ia sentar na mesa deles.
Depois de um tempo meu colega veio até o balcão e me falou que Michel estava afim de mim.
Eu disse que no momento eu estava trabalhando, mas falei que também havia gostado dele.
Eles permaneceram no bar por mais um tempo.
Eu aproveitei que o movimento havia aliviado um pouco e fui ao banheiro. Quando virei para fechar a porta…só vi o Michel entrando no banheiro. Ele me agarrou e ficamos nos beijando ali mesmo. Aff! Que lindooo!!! Que demais!!! Que sensação!!!
Ficamos no banheiro por um tempo, depois saimos do banheiro (“o baile”). Sai todo sem graça, mas amando a situação que havia vivido, achando fenomenal a coragem daquele homem.
Michel foi até o balcão e com a ajuda do colega me falou que ia sair mais voltaria para me ver quando o bar estivesse perto de fechar.
Bem! Eu não acreditei que ele ia voltar, maaas só o beijo já valia a pena (“Cinderela a meia-noite perdendo o sapatinho de cristal”).
Voltei ao trabalho e lá para 2h da madrugada quando estava limpando o bar para fechar. Michel apareceu do nada me procurando (“o príncipe acha a dona do calçado”).
Rapaz! Sinceramenteeu não acreditava no que os meus olhos viam.
Fui conversar com ele o que foi dificil, pois ele só se comunicava em inglês e eu não pronuncio quase nada do idioma.
Mas quando se tem amor, paixão, sentimentos envolvidos a língua se torna uma só.
Ele queria que eu fosse para o hotel onde ele estava hospedado, mas eu o fiz dormir no bar comigo e experimentei um fetiche. Amor na Rede (“E assim Cinderela foi feliz para sempre. Fim”).
**********Inspirado em Fatos Verídicos**********

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MENTIRA TEM PERNA CURTA

Eu, Creusa, morava em Santo Antonio de Jesus. Minhas colegas tiveram um trabalho da Universidade onde deveriam apresentar um manifesto cultural.
Após muito pensar chegaram à conclusão de que iam apresentar uma dança.
Começamos a ensaiar com dois tios de uma das meninas. Que só demorou uns três ensaios para começar a dar em cima de mim e minha colega Tatiana.
Passei a freqüentar os ensaios e muitas vezes eu ensaiava junto com as minhas colegas.
Em uma das noites após o ensaio, como de costume fui andando para casa com minhas colegas Tatiana e Claudia, quando parou aquele homem perto de mim, era Jeferson com Adolfo ao seu lado, os professores de dança.
Claudia que já sabia das intenções dos meninos adiantou o passo e deixou-nos, os rapazes, que logo começaram a nos xavecar. Tatiana cedeu aos encantos de Adolfo e apartir daí começaram a ficar. Eu não estava a fim de mim envolver e, gostava de um outro cara, o Ailton, mais isso não vem ao caso.
Jeferson passou a freqüentar a casa de Claudia e como eu ficava na porta com ela, ele ficava me cantando, insistindo para eu ficar com ele e eu continuei com a minha decisão.
No dia da apresentação as meninas apresentaram e depois resolvemos fazer uma pequena comemoração.
Na festa acabei ficando com Jeferson e Tatiana com Adolfo. Apartir daí continuamos nos encontrando as escondidas.
Depois de alguns dias, ficando. No Natal, eu tive que viajar, pois minha familia ia se reunir com o restante dos integrantes em São Paulo e resolve ir me despedir dos colegas.
No meio da conversa Tatiana me contou que Jeferson estava com outra garota, então dei logo um fim na história e viajei.
Em São Paulo, quando minha familia estava toda reunida minha mãe me deu um bom sermão e ficou triste, pois descobriu o meu namoro e pior ele era casado, coisa que eu não sabia.
Expliquei minha mãe que já havia terminado, porém ainda assim ela ficou triste e me disse que não confia mais em mim e que nunca mais eu fizesse isso, pois mentira tem perna curta.
*********Inspirado em Fatos Veridicos***********

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O EVENTO DA MINHA VIDA

Oi! Eu sou Ana Cláudia e a minha história parece com o dito “Deus escreve certo por linhas tortas”.
Esta história começa assim… Eu estava apaixonada por um colega, Elton, porém ele não me dava uma chance e ainda me achava uma criança.
Um dia resolvi contar a minha paixão a ele. Elton me maltratou verbalmente, me falou tudo o que escreve acima.
Fiquei muito magoada e resolvi viajar para esquecer aquele homem incenssível, que achava ser melhor do que eu só por ser popular.
Ao chegar em Aracaju, só fiz desarrumar minha mala e me jogar na cama, onde desabei em lágrimas. No segundo dia fiz a mesma coisa quase não sai do quarto. Já no terceiro dia acordei decidida a tentar dar a volta por cima, ia esquecer aquele cara por mais difícil que fosse, pois a cada momento me vinha a mente a lembrança de Elton.
Com o passar dos dias fui começando a me animar a me divertir com minhas primas e… após duas semanas curtindo as paisagens da cidade recebi um telefonema era minha melhor amiga, Jessica, me convidando para ir a formatura dela.
Eu não queria ir, pois sabia que ia encontrar com Elton lá. Tentei de todas as formas dispensar o convite, mas não deu certo Jessica disse que eu era muito importante para ela e eu não poderia faltar neste momento tão importante para ela.
Após pensar muito resolvi que iria comparecer a festa, me arrumei muito bonita com a ajuda dos meus colegas.
Quando cheguei a formatura que vi o Elton fiquei um pouco triste , pois ele estava acompanhado de uma garota bonita também. Quando Jessica me viu procurou me alegrar.
Eu sentei na mesa com as primas dela e fiquei conversando com o pessoal.
Após uns 5 minutos Jessica me chamou para ver os presentes que ela havia ganhado e eu fui.
Quando eu voltava do quarto de Jessica vi um rapaz parado no meio do salão, contudo estava tão triste que nem reparei nele. E quando passei por perto dele eis minha surpresa era o primo de minha colega, Victor. Ele me agarrou me derrubou nos braços dele e me deu um beijo. fiquei atordoada e tão alegre, afinal aquela cena parecia de filme, novela, sei lá, só sei que esqueci o Elton e estou até hoje com o Victor.
Agradeço todos os dias a Deus por ter dado este rumo a minha vida, pois estou ,muito bem com o meu namorado.
**********Inspirados em Fatos Verídicos*********

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UM ATO DE BONDADE SEMPRE GERA OUTRO

Esta historia faz lembrar um dito citado nos sermões das homilias das igrejas. “Ajude ao próximo sem esperar nada em troca”.
Sou André, trabalho em uma padaria e, moro distante do meu trabalho. Na cidade onde moro, ia acontecer uma festa fantástica. Sabe aquela festa em que você presciente que vai se dar bem, pois a festa é boa e tem muita gata.
Trabalhei, preparei todas as encomendas, acabei cedo e, fui para casa, “correndo”, me arrumei e fui para festa.
De manhã quando cheguei, fui dormir em “coma alcoólico”, a festa foi uma droga, não peguei nem gripe.
Às 09h00minh escutei um barulho da porra, que acontecia, do lado de fora da minha janela.
Pensei:
* Como se não bastasse pagar caro para ir numa festa, em que tudo deu errado ainda, não vou dormir.
Quando vir que não ia conseguir dormir com o barulho, sai e fui ver o que estava acontecendo.
Era uma briga de mulheres. O povo todo ao redor, olhando a briga e às duas mulheres se matando, ninguém separava.
Eu esperei elas se matarem um pouco mais e, depois fui separar. Segurei uma e mandei que a tia segurasse a outra, ou seja, a sobrinha dela.
Separei a briga.
– Se vocês continuarem querendo brigar, eu vou esmurrar as duas.
Levei a que estava comigo em casa e voltei para casa, para dormir.
Quando já estava naquele sono gostoso. Tocaram a campanhia e, eu fiquei imaginando se ia abrir ou continuava tentando dormir.
– Poxa! Além de me acordar para separar a sua brigar, ainda não vai me deixar dormir não é?
– Calma! Só vim agradecer o que fez por mim, sabe, pelos outros eu apanhava até morrer. Obrigada!
– Ta! Desculpa, entra aí!
– Cadê o pessoal?
– Saíram (falei bocejando)
– Que bom! Quando nada podemos ficar mais a vontade.
– Hã?!?
– E ela me agarrou e foi logo me beijando.
Bem, como não sou besta e, para tirar o atraso da noite passada. Já fui encostando ela na parede e…………….
O resto é muito intimo para eu descrever aqui. RSRSRSRSRSRSRSRS
*************Inspirada em fatos Reais*******

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A MINHA HISTÓRIA É UM AMOR

O que me faz lembrar um pouco a minha história não é um dito popular é uma frase destas que chamamos de clichê. É ela “O tempo é quem decide o rumo da nossa vida”.
Bem eu me chamo Kesia e vou contar a minha primeira vivencia a dois para vocês.
Eu tinha 10 anos e como de costume me juntava com minhas colegas que eram minhas vizinhas para brincar.
Na maioria das brincadeiras de casinha existe o pai e conosco não era diferente a não ser pelo fato de que todas as vezes que brincavamos eu era o pai e minha colega Daiana a mãe.
Daiana era muito esperta, bonita e mimada também. Ela um dia me contou que os pais dela tinha um filme diferente e nós duas assistimos. Após este dia toda vez que brincavamos de casinha , eu e Daiana tinhamos um quarto só para nós onde faziamos o que tinhamos visto no filme, assim iniciei minha vida romantica e demos o nosso primeiro beijo.
Mesmo com 12 anos eu e Daiana nos encontravamos escondido para fazermos o que haviamos aprendido naquele filme e continuamos a namorar.
Um dia estavamos no banheiro da casa dela namorando quando a tia dela chegou e me viu sentada sobre ela .
Nós inventamos que ela estava passando mal e eu estava tentando salva-la.
Quando terminou o ano letivo a mãe dela resolveu tirá-la da escola onde estudavamos e a proibiu de falar comigo.
Eu com esta situação passei a me interessar só pelos estudos e não querer mais saber de namorar, porém conhece um rapaz que era uma boa pessoa, educado, estudioso e gostava de mim.
Eu fiquei com ele, nesta época tinha 13 anos. Fiquei com ele só um dia e não quis mais , pois tinha medo de me envolver novamente e ser magoada. Depois de quatro meses percebi que o amava e resolvi investir no relacionamento e estamos namorando até hoje.
Amo lembrar desta história, pois não me arrependo de nada do que fiz só do que não fiz.
Eu até hoje não sei qual dos dois sexos gosto, só sei é que amo meu namorado.
E enquanto ao meu futuro o tempo decide o rumo da minha vida.
*******Inspirado em Fatos Verídicos************

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CADA UM TEM O SEU JEITO DE VIVER A VIDA

Bem vou contar a história da minha colega. Este fato tem haver com o dito popular “Cada louco com a sua loucura”.
Eu sou Julia e tenho uma colega que se chama Clara, essa minha colega é o que eu definiria como louca ou como diria Cazuza gosta de ter uma louca vida, imaginem vocês que ela já foi casada três vezes, já participou de surubas, já transou com mulheres e com garotos de programas.
Ela gosta de conhecer homens e sair com eles se divertir e depois manda os caras irem embora e ela nem se quer pergunta o nome dos indivíduos.
Agora que eu já apresentei a minha amiga para vocês vou contar uma dos melhores casos que ela teve. Com esse negócio de namoro pela internet Clara ficou apaixonada pelo computador e não desgruda dele. Ela esta cadastrada na maioria dos sites de relacionamentos existentes. Foi mal! tah! Exagerei um pouquinho, mas ela esta cadastrada na maioria dos sites de namoro que enviam convite para ela, além de participar das salas de bate-papo.
Pois foi de uma dessas salas que desenrolou esta história.
Clara teclava com um rapaz que morava em um bairro proximo a casa dela e após tantos dias de se falarem e fazerem coisas pela internet resolveram marcar um encontro para se conhecer.
Negão sarado fala para Clarinha dos seus sonhos: Oi! Gostosa!
Clarinha dos seus sonhos fala para Negão sarado: Oi! Tesudo!
Negão sarado fala para Clarinha dos seus sonhos: Tava c saudads de vc. Tava pnsando em marcar da gent se vr p/ conversarmos melhor q tal?
Clarinha dos seus sonhos fala para Negão sarado: pod ser. mas vai ser aond?
Negão sarado fala para Clarinha dos seus sonhos: Q tal na minha ksa?
Clarinha dos seus sonhos fala para Negão sarado: Ok! Q horas?
Negão sarado fala para Clarinha dos seus sonhos: 20, va com aqla klcinha vermelha.
Clarinha dos seus sonhos fala para Negão sarado: ok! eu vou.
E ela realmente foi. Bem, quando chegou na casa do Negão eles já foram bebendo algo para esquentar mais o momento e, não demoraram muito até irem para cama, onde viraram a madrugada.
Quando foi por volta das cinco da manhã Negão acordou.
– Clara levanta sua vadia.
– Hã?!? Negão? O que foi? Por que você está com esta arma na mão.
– Levanta! E se veste! Vambora sai daqui!
– Mas negão como é que vou sair só de sutiã e calcinha?
– Não quero saber! Você vai sair assim e vai lá para Praça comigo.
Ele saiu de moto e fez Clara dar várias voltas na praça da rua de onde ele morava vestido apenas de roupas intimas e ele acompanhando ela de moto e armado. Ela me contou que ele só a deixou ir quando deu seis horas por que começou a ter movimento na rua então ele foi embora.
Daí em diante nunca mais Clara viu o Negão Sarado, mas você acha que ela parou com essas loucuras? Pois se sua resposta foi sim você esta enganado até hoje ela continua aprontando das suas fazendo festinhas íntimas, surubas etc.
É… Cada louco com sua loucura.
********Inspirados Em Fatos Veridicos*******

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A PRIMEIRA VEZ NEM O HOMEM ESQUECE

Eu me chamo Ailton e vou contar como foi a minha primeira transa para vocês costumo assemelha-la a ideia de que “nem toda brincadeira de criança é inocente”.
Bem foi assim…
Eu tinha treze anos e Leila, minha namorada, doze. Nós já namorávamos a quatro meses.
Um dia estávamos na porta de minha casa conversando e encontramos os nossos colegas como estávamos todos sem o que fazer resolvemos brincar um pouco. E todos nós entramos em acordo brincar de se esconder.
Nós começamos a brincadeira um se esconde aqui, outro se esconde ali e fomos prosseguindo com a brincadeira.
Após algumas horas já jogando eu e Leila ficamos sem lugar para nos esconder e resolvemos nos esconder na casa de uma prima minha que não morava mais lá, a casa ficava em uma rua próxima a casa de minha namorada.
Lá ficamos por um bom tempo e ninguém conseguia nos achar. Eu tranquei a porta e como estava demorando começamos a namorar, com beijos pra cá, beijos pra lá, o negócio começou a esquentar e minha mão deslizava no corpo magriçelo dela e ela começou a retribuir o carinho me acariciando também. E assim ficamos por um tempo.
Fomos nos beijando, nos acariciando, os nossos corpos colados começou a suar e fomos nos despindo até que fomos parar na cama que tinha lá, cheia de poeira de anos que ninguém dormia nela.
Nós tivemos a nossa primeira vez ali e quando viemos nos dar conta do que havia ocorrido, do jogo, dos colegas e de todo o resto. Já era noite e todos já tinha ido para as suas casas. Eu e Leila saímos do quarto levei ela em casa e fui para a minha casa.
No dia seguinte ela me disse que inventou uma desculpa para mãe e falamos aos nossos colegas que havíamos cansado da brincadeira, resolvemos ir na praça passear e esquecemos de avisar a eles.
Depois disso namoramos por mais algum tempo e depois nos separamos.
E hoje o que sei é que quando tiver uma filha ficarei de olho aberto com as brincadeiras que ela for prática para não ser igual a minha, pelo menos tão cedo assim, não.
****História Inspirada em Fatos Verídicos********

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